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Novo Rio | Uma conversa com quem recria a cultura carioca

Um novo projeto da 14, que vai abrir espaço para discutir a atualização da cultura carioca, começa amanhã na Reserva+ e segue por todas as quintas de julho

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Paul McCartney – On The Run Brasil 2012

A comunicação digital oficial da turnê de Paul McCartney no Brasil ficou nas nossas mãos pela terceira vez. Dessa vez, em Recife e Florianópolis.

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Vivo Open Air | Conteúdo digital até para celular

O maior telão a céu aberto do mundo passou de novo por SP e fizemos uma cobertura à altura dos 325m², para aplicativos de celular e várias outras mídias

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DVD Vamos Todos Cantar de Coração – o show

Idealizado e realizado pela 14, junto com o C.R. Vasco da Gama, um grande show de artistas-torcedores foi transformado em CD, DVD e Blu-Ray.

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Oi, Oi Novo Som

Oi Novo Som | Mahmundi

escrito por em 10 de agosto de 2012, compartilhe, comente

“Leve”, nova canção de Mahmundi, foi só uma das atrações do show desta jovem carioca que se apresentou na última quarta-feira no Estúdio Oi Novo Som. A cantora incorporou ao repertório também um velho sucesso, “Corre, corre”, de Rita Lee.

Também compositora, a artista se inspira na poética brasileira, mas usa a musicalidade da música alternativa estrangeira para fazer suas canções. “Minhas maiores influências são Keane, Feist, Atlas Sound, Ariel Pink, Toro Y Moi, essas coisas”, disse ao jornal O Globo.

 

Oi, Oi Novo Som

Oi Novo Som | Rogê

escrito por em 8 de agosto de 2012, compartilhe, comente

Já são quatro CDs na bagagem e muitas músicas gravadas por artistas famosos, como Seu Jorge, Arlindo Cruz e Marcelo D2. Intérprete e compositor, Rogê está lançando o álbum “Brenguelé” praticamente só com músicas autorais. No Estúdio Oi Novo Som, ele apresentou o repertório de seu trabalho mais recente, abrindo apenas duas exceções – as canções “Morena” e “Over Again”.

Prestes a completar dez anos de carreira, desde o lançamento de seu primeiro CD e ignorando o hiato de 4 anos na carreira, Rogê ainda se inspira no samba, maracatu e sambalanço para criar. Ouça essa mistura!

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    Oi, Oi Novo Som

    Oi Novo Som no Oi Futuro | MoMo

    escrito por em 4 de agosto de 2012, compartilhe, comente

    Lançado em 2006, o CD “A Estética do Rabisco” entrou, já no ano seguinte, na lista de melhores álbuns segundo o jornal “O Estado de São Paulo”. A obra de MoMo acabava de completar um ano e, em 2008, ele lançaria mais um disco, “Buscador”. Reunindo estes sucessos e incrementando algumas novidades ao repertório, o artista se apresentou no Oi Futuro, em Ipanema. Entre as influências que podem ser ouvidas no vídeo acima estão os sons de Pink Floyd, Nick Drake e a Tropicália.

     

    Institucional

    Álbum Completo – Marcelo Jeneci – “Carlos, Erasmo” (1971)

    escrito por em 2 de agosto de 2012, compartilhe, comente

    Marcelo Jeneci & Erasmo Carlos!! Essa dupla se junta amanhã pra se apresentar no SESC Pompeia em São Paulo e a 14 fica especialmente feliz com isso! Tudo porque, no início de 2011, Jeneci iniciava os trabalhos do seu disco de estreia e, numa vinda ao Rio, topou o nosso convite pra participar de um projeto piloto nosso, o “Álbum Completo”. Na ocasião, ele falava de quanto era fã do Tremendão e do sonho de conhecê-lo um dia.

    Muito felizes pelo amigo Jeneci, pela Pessoa Produtora, e pelo Erasmo Carlos, nosso parceiro no DVD Vamos Todos Cantar de Coração. Sem falar que o momento foi captado no ateliêr do artista plástico, e também nosso amigo parceiro, Raul Mourão.

    Vida longa a essa parceria! Viva Marcelo Jeneci, Viva Erasmo!

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      Oi, Oi Novo Som

      Oi Novo Som | Autoramas

      escrito por em 27 de julho de 2012, compartilhe, comente

      A história da banda que existe há 15 começou muito antes disso (ouça o podcast), quando seus componentes ouviam o New Wave dos anos 80 e, sem saber, usariam aquele som como inspiração para uma carreira de sucesso. Erasmo Carlos, Roberto Carlos e até a surf music dos anos 60 seriam as grandes influências do Autoramas.

      O primeiro CD rendeu viagens por todo o Brasil, de São Paulo ao Amapá. Depois, a banda ganhou o Japão e vários países da Europa. Sem contar a apresentação no Rock in Rio III. Recentemente, a banda lançou dois clipes, “Abstrai” e “Verdugo”. As duas músicas fizeram parte da apresentação no Estúdio Oi Novo Som, além de sucessos clássicos. Confira!

       

      Novo Rio

      Novo Rio | Arte e ocupação

      escrito por em 27 de julho de 2012, compartilhe, comente

      O último bate-papo da primeira edição do Novo Rio aconteceu no último dia 26, na Reserva+, reunindo personagens responsáveis por ocupações de espasços urbanos através da arte. Os integrantes do Coletivo Muda e a curadora Daniela Labra abriram a conversa debatendo sobre até que ponto o trabalho feito por eles pode ser considerado arte.

      “Será que podemos considerar o grafite como arte contemporânea? Por um lado sim, por ser uma arte dos novos tempos, mas quando você repete o desenho de um muro numa tela, acho que ele perde o valor de arte. A arte dele é justamente a rua, na sala ele desvaloriza” opinou Daniela, curadora, que foi responsável pelo projeto Galpão Bela Maré, na Favela da Maré.

      Se é difícil responder a pergunta dela, o próprio Coletivo Muda reconhece a contraditoriedade do trabalho que fazem. “É estranho que hoje um dos nossos clientes seja o Governo do Estado, sendo que muitos dos lugares onde fazemos nossa arte são considerados ilegais pelas próprias autoridades” ponderou Duke Capellão.

      Enquanto estes novos artistas se dividem entre intervir em lugares subutilizados e a própria sobrevivência em projetos privados, como frisou João Tolentino (também do Coletivo Muda), eles podem encontrar a principal recompensa de seu trabalho na observação de Moana Mayall, cujo trabalho está relacionado a criação de video-artes poéticos, que também participou do encontro. “Arte é transgrefir as ordens vigentes e criticar o que é dado de antemão. De uma maneira geral, é o que todos nós fazemos” disse.

      Um dia rico em pensamentos e contradições. As perguntas que ficam no ar parecem ser sempre as melhores. A cidade precisa seguir pensando sempre.

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        Institucional, Novo Rio

        Novo Rio | Cariocas por aqui

        escrito por em 20 de julho de 2012, compartilhe, comente

        Como os comunicadores da favela veem o jornalismo, a fotografia e o cinema. Tanto morro acima quanto morro abaixo. Foi sobre isso o bate-papo do Novo Rio, na última quinta-feira, na Reserva+. O jornalista Renê Silva, o fotógrafo AF Rodrigues e os cineastas Cadu Barcellos e Diego Bion tinham em comum, antes mesmo da conversa começar, o hábito de retratar a própria comunidade em seus trabalhos. Depois do debate, chegaram a outro denominador comum: o fim da era da “cidade partida”.

        “O Rio de Janeiro não é o Leblon, nem o Vidigal. O Rio de Janeiro é o Leblon e o Vidigal, lado a lado. Ainda bem. Imagina se o favelado não descesse para trabalhar e consumir!”, explica Cadu, diretor de “5x Favela – agora por nós mesmos”. Seu companheiro de profissão, Diego Bion, seguiu outro rumo na carreira. Optou por algo menos documental, explorando o cinema experimental. E não necessariamente tendo a favela como tema. “Eu não sei fazer cinema de periferia. Eu sei fazer cinema”, ponderou.

        Ainda mesclando informação e arte, AF Rodrigues apresenta um trabalho além do dia a dia. As imagens que produz são um desafio contra si mesmo para fugir do preconceito e dos estereótipos que imperam na cidade. “Eu sempre passava aqui pela Reserva+ e admirava esse lugar onde eu nunca tinha vindo, pensando que era de playboy. Agora é a vez do pessoal subir o morro para levar essa discussão lá para cima. É hora de todos nós diminuirmos o preconceito. Todo dia eu acordo e tento lutar contra o preconceito que existe dentro de mim e fazer com que esses estereótipos do favelado e do rico não apareçam na minha fotografia”, explica.

        Enquanto AF, Cadu e Diego discutem os problemas sociais a longo prazo, Renê Silva é mais factual. O garoto que se tornou celebridade divulgando a pacificação do Complexo do Alemão mantém seu trabalho no site Vozes da Comunidade para apontar o que está errado na rotina das favelas. “Se falta luz, se há esgoto a céu aberto a gente publica e o governo corre atrás para consertar” explica.

        Na próxima semana, os comunicadores que atualizaram a cidade em suas comunidades dão lugar a agentes de transformação da paisagem urbana através das artes.  O tema do dia 26 é Arte e Ocupação. Os convidados são o Coletivo Muda, Daniela Labra (LABE/Galpão Bela) e Moana Mayall (Vide Urbe).

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          Institucional, Novo Rio

          Novo Rio | Cariocas por aí

          escrito por em 13 de julho de 2012, compartilhe, comente

          Os três saíram do Rio para conhecer o mundo e mostrá-lo sob a ótica do carioca. A reunião dessas impressões e de suas viagens entrou em debate na última quinta-feira, no Novo Rio. Os “Cariocas por aí” Felipe Lacerda, Dodô Azevedo e Raul Aragão bateram um papo na Reserva+ sobre o estereótipo do carioca e a evolução dessa imagem nos dias de hoje. (Assista na íntegra no vídeo acima!)

          Lacerda, que foi à China e Cuba registrar os países vermelhos em documentários para o Fantástico, se conheceu melhor depois que viajou. Mas o fato de ter nascido no Rio ajudou na observação de certos hábitos familiares na Ilha. “Eles têm uma dupla moral parecida com a nossa. São dois dinheiros. Os trabalhadores fingem que trabalham e o governo finge que paga. Ficou mais fácil perceber isso tendo o jogo de cintura de um carioca” comparou o diretor.

          Mas essa visão tradicional do carioca está mudando, segundo o DJ e jornalista Dodô Azevedo. Ele, que registrou a contra-cultura da América em seu “Fé na Estrada”, acredita que a revitalização do Rio traz à cidade um novo perfil de morador que pode transformar a visão que se tem da cidade.

          “Estamos deixando de ser o Paulinho da Viola, o cara que nasceu no Méier. Passamos a ser o Roberto Carlos, que nasceu no interior do Espírito Santo. O novo carioca não tem relação necessariamente com a geografia. Estamos perdendo a noção de nostalgia e passando por um processo de redefinição.  Ontem eu li que os novos trens de metrô comprados na China chegaram ao Rio e não cabem nas estações. O novo carioca não vai permitir isso, porque ele ralou para chegar aqui e vai pagar caro para morar na zona sul” prevê.

          O fotógrafo Raul Aragão é um exemplo disso. Na verdade, ele nem nasceu no Rio de Janeiro. O recifense é um dos novos moradores da cidade que se apegou à ela e já se considera da gema. Nas viagens pelo Haiti, India e Antártida, registrou um pouco das culturas tão diferentes e encontrou também algo que é igual em qualquer lugar do mundo. “Minha intenção sempre foi fotografar o momento. No Nepal ou no Rio tem uma coisa que não muda: todo mundo é muito vaidoso“. Na próxima semana é a vez dos Cariocas  por Aqui.

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            Oi, Oi Novo Som

            Oi Novo Som | Barbara Ohana

            escrito por em 6 de julho de 2012, compartilhe, comente

            A ligação com a poesia e com a literatura começou cedo, quando Barbara Ohana cantava em latim num coral de Petrópolis. Hoje, ela transporta um pouco desse universo, musicando poemas de autores contemporâneos e até compondo canções ligadas ao mundo das letras.

            Em francês, português e inglês ela canta músicas que levam a batida do indie rock e do eletrônico. No Estúdio Oi Novo Som ela deu uma palhinha do que já gravou com artistas como Gilberto Gil, Jorge Maurtner e Zeca Pagodinho.

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              Oi, Oi Novo Som

              Oi Novo Som no Oi Futuro | Cícero

              escrito por em 6 de julho de 2012, compartilhe, comente

              De Alice à Cícero. Da guitarra ao violão. Do “Ruído” ao “Canções de Apartamento” (disponível para download). Em três anos, Cícero Lins deixou a banda de nome feminino, repaginou o seu som e lançou um álbum solo. Mudou tudo, mas ele voltou à correria de shows de um artista independente. Com mais intensidade. Em 2011, o álbum do artista foi considerado um dos melhores do ano e até hoje vive o reflexo disso. No Oi Futuro ele apresentou um pouco do repertório que lhe trouxe de volta ao cenário musical, com o disco que completou um ano de sucesso há menos de um mês.

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