Pelo segundo ano seguido a 14 esteve presente no Festival Faro, uma bela iniciativa da nossa parceira MPB FM na tentativa de jogar luz sobre as revelações da música brasileira.
O Prezunic comemora nove anos em 2011 e, para celebrar a data, a rede de supermercados preparou ações por toda a cidade.A 14 ficou responsável por registrar e criar oito vídeos das ações “A gente é do Bem”. Confira!
Em mais incursão da 14 ao Festival Ouve.Ai de Música Instrumental,captamos o show do Lotus Combo, que se apresentou no dia 28/1. O trio é formado por Rodrigo de Marsillac no piano, Domênico Botelho no baixo e Miguel Couto na bateria. Segundo os próprios componentes procuram “fazer um som sem rótulos” com referências de épocas tão diversas quanto Brahms, Duke Ellington, Rage Against the Machine e Tom Jobim. Vale a pena conferir!
Nada como shows inéditos de artistas jovens e com a cara do Rio para abrir o Verão 2012. A 14 cobriu parte do festival de bandas instrumentais, Ouve.ai/Instrumental, que chegou ao Oi Futuro em Ipanema, desde janeiro. Promovendo a cultura da música instrumental contemporânea pega carona num movimento de jovens artistas cariocas que têm se aproximado com mais ênfase dos formatos instrumentais. Não à toa, o jazz vem sendo apontado como uma das tendências da vez no Rio.
A banda do dia 27/1 foi o Quinteto Nuclear que, apesar de carioquíssima, foi criada em Boston, EUA. Tudo começou na faculdade Berklee College of Music com os alunos Dan Sebastian (trompetista); Marcelo Santos (saxofonista) e Thiago Amorim (pianista). De volta ao Brasil, eles decidiram tocar o jazz moderno “que ouviam nos bares da cidade efervescente”. Confira o som!
A iniciativa marca, ainda, o lançamento da nova url do portal Oi Novo Som, o ouve.ai, que batizou o festival!
Nada como shows inéditos de artistas jovens e com a cara do Rio para abrir o Verão 2012. A 14 está cobrindo o minifestival de bandas instrumentais, Ouve.ai/Instrumental, que chegou ao Oi Futuro em Ipanema. Com o objetivo de promover a cultura da música instrumental contemporânea e inovadora em toda a sua diversidade de estilos, tem uma super programação, que se estenderá até o mês de fevereiro. Confere:
03/02: Água Viva
04/02: Bondesom
10/02: Paraphernalia
11/02: Nova Lapa Jazz
Segunda banda a se apresentar, o Rabotnik mostrou seu som experimental com a regência de Arto Lindsay! A iniciativa marca, ainda, o lançamento da nova url do portal Oi Novo Som, ouve.ai.
Nada como shows inéditos de artistas jovens e com a cara do Rio para abrir o Verão 2012. A 14 está cobrindo o minifestival de bandas instrumentais, Ouve.ai/Instrumental, que chegou ao Oi Futuro em Ipanema. Com o objetivo de promover a cultura da música instrumental contemporânea e inovadora em toda a sua diversidade de estilos, tem uma super programação, que se estenderá até o mês de fevereiro. Confere:
20 e 21/01: Rabotnik
27/01: Quinteto Nuclear
28/01: Lotus Combo
03/02: Água Viva
04/02: Bondesom
10/02: Paraphernalia
11/02: Nova Lapa Jazz
O primeiro a se apresentar foi o pessoal do Monte Alegre Hot Jazz Band tocando, entre outros, clássicos do jazz do século 19!
A iniciativa marca, ainda, o lançamento da nova url do portal Oi Novo Som, ouve.ai.
Na terça-feira, 13, aconteceu mais uma sessão do Oi Novo Som Apresenta, no Oi Futuro (Ipanema). A convidada de dezembro foi Lia Sabugosa. Como sempre, a 14 estava lá para registrar os melhores momentos da apresentação e jogar uma luz sobre mais esse talento que emerge na música brasileira. Lia é amante das novas tecnologias e com certeza tirou proveito disso para fazer o seu registro. Como diz o seu CD: é “pra quem quiser”.
A edição do vídeo ficou por conta de Fernando Deslandes , que também ficou na direção juntamente de Bruno Maia!
Assim como na edição anterior, em 2009, fomos novamente convidados para participar do Indie Festival. O tempo foi curto, mas nos envolvemos com muita alegria nesse job e o resultado foi um evento muito bem sucedido. Ao todo, foram 20 dias de pré-produção, algumas entrevistas internacionais via Skype, cobertura ao vivo através das redes sociais, vídeos exclusivos dos shows e um website! Ao todo, 1.100 sortudos puderam curtir o evento de perto: casa lotada todos os dias in loco. Quem não pode estar lá, conseguiu acompanhar em tempo real tudo que rolava no Studio RJ.
A iniciativa de trazer bandas latinas fez com que o foco do evento mudasse em relação a anos anteriores, mas ajudou a manter a curiosidade em torno da curadoria do festival. Mais do que assumir uma linha que o deixe preso a rótulos, os organizadores retiraram o termo “rock” do nome do evento, deixando-o mais aberto a diferentes possibilidades. Muitas das bandas que “cabiam” no termo “indie rock” em 2007, ano em que o festival começou, já não fariam sentido se escaladas hoje em dia. Por outro lado, a decisão de apontar para grandes nomes do continente sulamericano, que ainda têm dificuldades de se fazerem ouvidas em terras tupiniquins, reforça o olhar alternativo e novo que o Indie Festival quer apresentar.
Os shows do Bajofondo Remixed e Bomba Estereo foram impressionantes. A força de ver em palcos pequenos bandas acostumadas a se apresentar em grandes palcos pelo planeta afora trouxe um charme a mais para o Studio RJ. Por outro lado, ver Otto e China no mesmo palco mostrou a força de uma cena independente que já está andando sozinha no mercado brasileiro. Dois artistas que mesmo não tendo a mídia a seus pés, conseguem ter seu próprio público, conhecendo bem seus repertórios e fazendo com que as apresentações tenham sempre muita força. Nesse sentido, o papel de uma rede de pequenas iniciativas como as do Studio SP, agora extendida para a filial carioca, também são fundamentais para a consolidação do mercado e de uma geração artística relevante. Também por isso, a parceria com a casa de Alê Youssef e Plínio Profeta, deu ainda mais força ao Indie Festival.
Ao final dessa soma de informações, referências e artistas, o Indie Festival cumpriu bem seu papel, de ser um festival contemporâneo, alternativo ao formato de mega-festivais, apostando em um caminho mais real, mais próximo à realidade do que vivemos na indústria musical hoje em dia. Para nós foi muito bom acompanhar de perto.